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NOTÍCIAS

Com o suporte da DIZ, a PDA\SW reformulou sua marca e colocou no ar o seu novo site. As mudanças destacam o perfil consultor da empresa, uma vez que se diferencia por ser especialista na distribuição de equipamentos de coleta de dados e automação

 

08/12/2014 / Leia mais ____________________________

PDA\SW REFORMULA

MARCA E LANÇA SITE

A Casa do Palmito, líder no Brasil na produção de palmitos nobres, já está tirando proveito do seu novo posicionamento e novo site, dentro de um trabalho desenvolvido pela DIZ. A empresa destaca o know-how desenvolvido por 4 gerações de uma mesma família. 

 

01/12/2014 / Leia mais ________________________________

CASA DO PALMITO COLOCA SITE NO AR

JORNALISMO INSPIRA

NOVO SITE DA DIZ

A Casa do Palmito, líder no Brasil na produção de palmitos nobres, já está tirando proveito do seu novo posicionamento e novo site, dentro de um trabalho desenvolvido pela DIZ. A empresa agora destaca o know-how desenvolvido por 4 gerações.

 

01/12/2014 / Leia mais ________________________________

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Sem rodeios, ACE

levou operação do Itaú

"Pode tirar foto, mas eu não faço pose", disse Evan Greenberg, presidente mundial da Ace Seguros, após entrar numa sala do Hotel Fasano para dar a sua primeira entrevista após adquirir a carteira de seguros de grandes riscos do Itaú, a maior do mercado. Contrariando a prática no mundo corporativo, o executivo dispensou a companhia dos três assessores de imprensa que o escoltavam e até mesmo o seu assistente pessoal. A primeira impressão resume bem o estilo do executivo à frente de uma das maiores seguradoras do mundo: firme e objetivo, sem rodeios.

E essa atitude, muitas vezes, surpreende os rivais. Foi assim na compra do portfólio do Itaú, em julho. A Ace chegou à disputa somente aos 45 do segundo tempo e logo desbancou concorrentes de peso. Greenberg valeu-se do contato que tem com o antigo pessoal do Unibanco - foi ele quem costurou a joint-venture entre o banco brasileiro e a AIG, em 1997, quando trabalhava na seguradora, à época presidida por seu pai, Maurice Greenberg.

Como foi a equipe da seguradora do Unibanco que prevaleceu na fusão com o Itaú, o executivo conhece bem, não só as pessoas, mas o ativo que adquiriu por R$ 1,5 bilhão. Ele reencontrou, inclusive, o mesmo executivo no comando da operação: Antonio Trindade, que assinou um contrato de três anos para permanecer na presidência da, agora, Ace Seguros Soluções Corporativas.

"Foi uma oportunidade rara em um mercado importante", diz sobre a compra - que foi avaliada como cara pelo mercado. "Foi um processo bastante competitivo e o preço é ditado pelo mercado. [Mas] eu acredito que a aquisição, mesmo com o preço que pagamos, vai manter o nosso histórico de retornos superiores aos nossos acionistas."

Greenberg avalia que a carteira adquirida é boa e complementar à da Ace. "Mas o portfólio ainda é relativamente restrito. Vamos trazer especialidade em produtos e mais capacidade financeira". Entre as coberturas em que a companhia já atua lá fora ele citou garantias, responsabilidade ambiental e outras apólices de responsabilidades.

Quando se fala de capacidade financeira em seguros se fala de capital, por conta da relação direta que há entre a necessidade de capital e o volume de prêmios. A Ace tem também no Brasil uma resseguradora local com capital de R$ 134 milhões, o que aumenta a capacidade de absorção de riscos do grupo no país.

O Itaú é o maior cedente de riscos para resseguradoras no país. Em 2013, repassou US$ 655 milhões em prêmios para o mercado de resseguro - inclui também operações que não foram vendidas à Ace. Seu maior parceiro é o IRB. Segundo Greenberg, a companhia vai maximizar o uso do balanço da Ace no Brasil, mas vai continuar trabalhando com as resseguradoras locais, "em estreita cooperação e parceria" com o IRB. "Nossa cooperação com o IRB vai se estender para além do Brasil", disse.

A Ace está presente em 54 países, onde atua em linhas de seguros patrimoniais e de responsabilidades - segmento em que a seguradora do Itaú é líder no país. "Metade do nosso negócio vem dos Estados Unidos e a outra metade de fora. Ásia e América Latina representam 25% da receita e contribuem fortemente para o resultado". A seguradora tem faturamento global de cerca de US$ 25 bilhões por ano com prêmios de seguros.

A seguradora americana é reconhecida mundialmente pelo forte desempenho operacional, o que garante um bom retorno aos acionistas mesmo em períodos de baixas taxas de juros e de "soft market" - jargão para definir ciclos de mercado em que as seguradoras têm excesso de capital, o que pressiona o preço dos seguros e, consequentemente, os resultados das companhias.

Rentabilidade será um dos grandes desafios no Brasil, onde a concorrência aumentou nos últimos anos, com a abertura do mercado de resseguros e a entrada de estrangeiras. "As duas empresas [Ace e Itaú] têm uma cultura de subscrição [análise de risco] disciplinada", diz Greenberg.

Apesar da desaceleração da economia brasileira, o executivo vê espaço para avançar entre pequenas e médias empresas e multinacionais brasileiras. "Buscamos crescimento que reflitam as tendências macroeconômicas e sociais ao redor do mundo: classe média e pequenas e médias empresas crescendo, e o serviço às grandes corporações multinacionais", afirma.

Outro desafio apontado pelo mercado são grandes indenizações provenientes da carteira do Itaú. Uma delas é a de cerca de R$ 360 milhões negada à mineradora Anglo American, por conta dos danos ao Porto de Santana, no Amapá, discutida na Justiça. Outra indenização alta deve ser da apólice de responsabilidade de executivos (D&O, na sigla em inglês) da Petrobras, com valor de cobertura de US$ 250 milhões e que deve ser usada por conta dos escândalos de corrupção na estatal.

À época da venda, o Itaú informou que a venda da carteira havia sido fechada sem restrições, ou seja, sem qualquer tipo de ajuste que pudesse reduzir o valor da transação - como provisões futuras para indenizações maiores que o esperado, por exemplo. Questionado se isso poderia afetar a rentabilidade do negócio, Greenberg disse que não comentaria as condições da transação.

 

Veículo que publicou a matéria:

 

Valor Econômico – 23/12/2014

 

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